terça-feira, 27 de novembro de 2012

James Bond 007: Blood Stone


Mulheres lindas, cenários paradisíacos, carros poderosos e um homem que não tem medo de nada. Daniel Craig, atual encarnação do agente 007, cede sua imagem para os games do espião britânico pela segunda vez - a primeira foi em 2008, com "Quantum of Solace". A nova aventura, "Blood Stone", foi desenvolvida pela Bizarre Creations, estúdio famoso por jogos de corrida, como "Blur" e "Project Gothan Racing". 

Infelizmente, a direção da Bizare Creations parece ser o maior problema do jogo, que decepciona não por ser game ruim, mas por não ter o mesmo primor visto em outros títulos do estúdio. O mais estranho é que mesmo não sendo um jogo baseado em filme, ainda assim aparenta ser um projeto feito às pressas, mal comum aos games licenciados.

A pressa é evidente em todos os aspectos de "Blood Stone": dos gráficos que parecem ser do início da geração atual de consoles, texturas lavadas e em baixa resolução, sequências de animação que poderiam ser produzidas no PlayStation 2, sincronia labial nula e um roteiro mediano. Para completar, o jogo é curto e vai da tela inical aos créditos finais em apenas oito horas.

Por outro lado, há boas mecânicas de jogo que misturam "Splinter Cell: Conviction" e "Gears of War". Por grande parte do jogo, Bond usa suas habilidades para pegar os adversários desprevenidos, nocauteando-os com socos, chutes e enforcamentos. Ao executar esses movimentos, 007 pode fazer disparos letais em adversários mais distantes, bem ao estilo apresentado por Sam Fisher em "Conviction". Se o agente é descoberto é necessário se defender com coberturas como pilastras e caixas para eliminar os seus adversários, de forma similar aos brutamontes de "Gears of War". 







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